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sábado, 14 de abril de 2012

Diário de um TCCendo 2 - Primeira missão

Não tem jeito. Sou um sujeito relaxado e mereço a ausência de leitores desse blog. Tá ai uma coisa que eu não vou ganhar dinheiro, ou vou, sei lá, quem sabe, não é mesmo?

Vamos dar mais uma pincelada no que aconteceu ao nosso bravo esquadrão quartástico em busca do TCC sagrado.

Há algumas semanas fomos à ESPN, em São Paulo, para dar início ao nosso trabalho de conclusão de curso, que como foi dito na postagem anterior, será um vídeo documentário sobre Bellini e Mauro, capitães das Copas do Mundo de 1958 e 1962, respectivamente.

Nosso alvo: Celso Unzelti – jornalista esportivo e um dos maiores historiadores de futebol do país, além de ser um monocromático colega de time do coração.

Pessoa extraordinária. Merece todo o carinho e admiração das pessoas que acompanham seu trabalho. Seu último livro foi publicado recentemente, em parceria com Odir Cunha, uma homenagem aos 100 anos do alvinegro praiano, “Santos: 100 anos, 100 jogos, 100 ídolos” (editora Gutenberg).

Missão executada com sucesso. E ainda tivemos um bônus: Marcelo Duarte, também jornalista esportivo, historiador de futebol e apresentador do programa Loucos Por Futebol, da qual, tivemos a grande honra de acompanhar a gravação.

Aconteceu o seguinte, iriamos fazer a entrevista apenas com o Celso, mas o Marcelo já estava por ali mesmo, e o Pedrinho, muito hábil, chegou até o jornalista e falou sobre nosso trabalho e como seria legal ter a participação dele. Gentilmente ele topou. Marcelo tem uma expressão bem fechada, cara de poucos amigos, mas quando começamos a conversar, aquela mascara caiu, o que sobrou foi apena o cara sensacional que é.

Depois da entrevista, que foi feita na cafeteria da ESPN [só pra constar, foi muito emocionante estar lá, é um sonho trabalhar naquele lugar], nós ficamos conversando com o Celso por mais algum tempo, o Marcelo teve que ir embora, pois tinha outros compromissos. É muito bom saber que existe pessoas como o Celso e o Marcelo, humildes e dispostos a ajudar os que estão por vir.

Próximas missões são caseiras, ou quase. Nossas entrevistas agora serão em São João da Boa Vista, vamos ver no que vai dar né.

sábado, 24 de março de 2012

Diário de um TCCendo 01 - Escolhendo um tema

Primeiro mês de TCC. Bom, estou começando pelo primeiro porque só pensei nisso agora. Retomando: primeiro mês de TCC foi bem tenso, pessoal. A parte mais difícil até agora foi a que eu achei que seria a mais fácil; escolher o tema.

Em uma semana já tínhamos vários temas para o trabalho e a cada encontro do Quarteto apareciam mais coisas, acho até que deveríamos fazer um TCC sobre temas de TCC. Quem tiver dificuldade galera, mando uma lista com um belo repertório.

No nosso curso podemos escolher entre algumas modalidades, vídeo, foto, livro, rádio, assessoria ou uma monográfica propriamente dita. Nós queríamos vídeo, fazer um tipo de Vídeo Documentário. Nosso tema era a busca por uma resposta: Porque o Corinthians é tão odiado. Algo do tipo, nas ideias era muito legal, bem poético. Teve um professor que quis fazer o vídeo um pouco mais para o lado violento, sensacionalista. Que isso? Odeio essas coisas. O professor tentou mudar nosso trabalho, mudamos de professor.

Começamos a avaliar a viabilidade de um projeto desses. Não seria muito barato. Tem várias coisas que pagar, além das viagens. Por esse mesmo motivo desistimos de outro projeto, que era de fazer um documentário sobre o Pacaembu. Entre esses dois planos, bolamos um programa de rádio também. Seria bem legal, o programa de rádio já fazíamos, só iriamos tornar ele uma coisa mais profissional, colocar no papel.

Mas acabamos voltando para a ideia de vídeos documentários, mas algo regional, mesmo assim, com uma importância nacional, ou até maior que isso. Vamos fazer um vídeo sobre Bellini e Mauro, capitães da seleção brasileira em 58 e 62, respectivamente.

É isso. Estamos na luta, conversando bastante e lendo um tanto bom. Além de assistir documentários sobre futebol o dia todo.

Difícil?
Bastante.

Vale a pena?
Demais!

sábado, 3 de março de 2012

De volta da Pasárgada

Olá pessoal, bem vindos ao Farofa´s ao Vento 2012. Mudanças? Pra falar a verdade não vai ter nenhuma, eu acho, só quero tentar escrever mais, promessa que faço desde 1502, eu acho. Mas vamos tentar.
Para começar, minhas férias foram ótimas. Janeiro em casa descansando, iniciando meu trabalho no emprego novo, é isso mesmo, emprego novo, nada de interessante que precise falar aqui no blog, só digo que é algo temporário, uma graninha para terminar a faculdade.

Fevereiro já foi um pouco melhor. Dei umas voltas por esse mundão. No carnaval fui para Serra Negra, casa do meu amigo Rafa, o antigo “Gorducho”, que emagreceu uns 70 kg graças a uma cirurgia de redução e uma disciplina alimentar, que deixa a todos nós (amigos), orgulhosos. A cidade é maravilhosa, recomendo a todos que conheçam, e o carnaval é muito bom [eu não sabia]. Além das ótimas companhias. Os amigos dos Rafa e da Nathália (irmã do Rafa) eram pessoas ótimas, ri muito com esse pessoal. Os pais do Rafael também são demais, fazem a gente se sentir em casa, de verdade, muito boas as longas conversas inteligentes com seu Roberto. Entende muito de muita coisa, além de ser um craque no assunto Automóvel, as pessoas que me conhecem bem vão saber o quanto eu adorei essas conversas.

Depois, mais pro final de fevereiro, teve a formatura do Lut. Praticamente um irmão pra mim. Foi um grande orgulho fazer parte de festa. Não apenas pela festa, que foi espetacular, to até com vergonha de convidar ele para a minha formatura, não vai ser como a dele, fiquei intimidado. Mas principalmente pela consideração que ele tem por mim, pela amizade que temos, pela história que o garoto tem, pela inteligência desse meu estimado amigo. É um grande orgulho ser amigo dele e espero que essa amizade dure muito tempo.

Agora, voltamos à realidade, o ano finalmente começou. Começou também a temporada de TCC da minha turma da faculdade e isso é algo que vocês, meus leitores inexistentes, vão ouvir bastante ainda. Esse é o novo desafio do Quarteto Fanático e, como todos os outros, iremos tirar de letra. Quero fazer uma coluna aqui no blog, uma espécie de diário que vai contar as dificuldades de um estudante de último ano de faculdade com o famoso e temido Trabalho de Conclusão de Curso. Mas ainda estou elaborando. Qualquer ideia é bem vinda.

Um grande abraço a todos

terça-feira, 3 de maio de 2011

Um culto ao jornalismo esportivo

Três horas da manhã. Todos já estão de pé e a disputa pelo banheiro começa. Depois do momento de noiva das crianças pegamos uma carona com o pai do Pedrinho. No ônibus, todos partem para o segundo tempo de sono, menos o Rafa, que resolveu vigiar nossa viagem. Pronto, a caminho de São Paulo, Capital.

Insisto em dizer; a Avenida Paulista é um dos lugares mais lindo do Brasil. Pelos menos para mim, um trabalhador comum, porque se eu fosse um carioca atoa, com certeza, acharia o Rio o lugar mais lindo, e não é. Para chegar à Casper percorremos uma pequena parte da Paulista, depois de guiados por dois policiais (um era uma policial). Então, me vejo diante daquela escadaria por onde já passaram tantos mitos do jornalismo, fico orgulhoso, além de maravilhado com a beleza do prédio, que ostenta imponente a antena da Gazeta, a primeira antena de transmissão da Capital.

Abro um parêntese aqui para ressaltar uma das coisas mais lindas de São Paulo; as mulheres. Tá certo, muito podem dizer: “ah, e as cariocas?”. As cariocas são gostosas, e ponto. As paulistanas não são só gostosas: são inteligentes, charmosas, não se intimidam, são sexys. Eu adoro essa cidade.

Voltando ao curso de Jornalismo Esportivo, o primeiro palestrante foi Paulo Vinícius Coelho, o PVC. O cara é fera. Sabe muito de futebol. O legal quando vamos a uma palestra desse tipo é a gente se identificar com os palestrantes. Com ele foi bem por ai. Assim como nós – Anderson, Rafael, Pedro, eu – o PVC é louco por futebol. E segundo ele, é por ai que se começa. Gostaria muito se saber um terço que ele sabe sobre futebol. Alguns momentos de nossa vida abrem nossas mentes. Esse foi um desses e me ajudou a perceber que tenho que começar a estudar esportes. Porque foi assim que o nosso palestrante começou a aprender.

Mauro Beting foi o segundo a dividir suas experiências jornalísticas com a gente. Foi uma palestra bem engraçada. O cara é muito divertido, porém, também acrescentou muito conhecimento na nossa bagagem jornalística. Mauro é um multimídia. Escreve para diversos meios, muitos mesmo. Isso me faz pensar em como eles fazem. Mal consigo colocar um post por mês no meu blog, os caras escrevem um por dia fora os trabalhos em jornais, revistas, internet, TV. Espero um dia conseguir fazer tudo isso.

Para fechar com chave de ouro, Antero Greco deu o ar de sua graça. Também muito engraçado e com experiência de sobra, nos falou da sua carreira e vivência no jornalismo esportivo e cotidiano, como saiu do meio das maquinas para ganhar as páginas de um dos maiores jornais do país.

A cada palestra que temos, vamos renovando nossas esperanças, nos identificando com profissionais renomados, e sem ter a ousadia de nos comparar com eles, vemos que estamos mais perto de realizar nossos sonhos profissionais do que imaginamos.

Depois, como não pode faltar, teve o botequinho. Para dar aquela relaxada antes de enfrentar o longo caminho de volta. Que venham as próximas. Caro é mesmo, mas nada paga o conhecimento adiquirido e os contatos que vão se firmando neste caminho. Amanhã, viajaremos, não para assistir, mas para apresentar uma palestra.






segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Jornalismo a peso de ouro

Hoje muitos dizem por ai que o jornalismo investigativo está desaparecendo e aos poucos pode sumir de vez. Talvez o que esteja ocasionando isso seja as tantas mudanças, tecnológicas ou intelectuais. O jornalismo hoje está muito dinâmico, tornando raras as matérias com produções mais profundas e demoradas. Mas tudo isso pode não ser tão grave assim.

O jornalismo investigativo só está mudando a cara, a quantidade e talvez os lugares onde se procurar. Algo que é raro de se ver acaba sendo mais valioso, assim como os matais raros, de que são feitos jóias caríssimas. As matérias resultadas do jornalismo investigativo serão peças ricas, onde apenas os bons entendedores encontraram. Valerá peso de ouro no mercado, assim como seus profissionais, que serão únicos, como ourives prestigiados ou habilidosos artesões da era medieval.

domingo, 28 de novembro de 2010

Feliz... muito feliz


Essa semana foi muito especial para mim. Muito interessante alias. Começamos a semana de provas, segunda e terça, penas uma prova por dia, mas na quarta, quinta e sexta, teremos duas provas por dia. Mas nós, o Quarteto, já começamos sabendo que estaríamos de exame em uma matéria, total vacilo nosso, um exame merecido, mas tudo tranquilo. 

Deixando essa coisa de prova de lado, vamos ao que interessa. Na terça-feira recebi um telefone muito importante, mas por incrível que pareça e engraçado, eu desliguei na cara da pessoal, sem querer, lógico. Acontece que eu estava sonhando com alguma coisa, e meu telefone tocava sem parar no meu sonho, eu já estava ficando irritado. Quando ele tocou de verdade, eu acordei irritado, como no sonho, abri e desliguei o telefone. Parei para pensar por um segundo, e lembrei não estar sonhando, olhei correndo para ver na cara de quem eu teria desligado. A ligação era de Minas Gerais (DDD 35), já fiquei assustado, pois a única ligação que esperava desse estado maravilhoso, era sobre o estágio que havia participado do processo seletivo. Por sorte, meu interlocutor, ligou novamente. Era o Paulo, do RH da empresa na qual prestei o tal processo seletivo. Ele ligava para confirmar que havia sido escolhido para a vaga, única vaga, na qual concorri contra pessoas muito boas, que mereciam estar lá tanto quando eu.

Fiquei muito feliz. Agora sou o mais novo estagiário da EPTV Sul de Minas, na sucursal de Poços de Caldas. Nossa, eu sempre adorei Poços, as pessoas de lá que conheço, o clima de lá, tudo naquela cidade, agora eu vou me mudar para lá. É mais que motivo para eu estar bem feliz. Ainda mais fazendo algo que adoro, um estágio em uma empresa de comunicação de verdade, diferente da última pela qual eu passei. Acho que vocês, meus leitores inexistentes, conhecem a história. Mas nunca me arrependo de ter passado por lá, pois acho que meu trabalho na TV me ajudou um pouco nesse processo de entrada na EPTV. Isso é para mostrar a todos, que quando a gente tem um sonho, basta continuar lulando para realizá-lo. Corri, lutei, me machuquei muitas vezes para poder chegar onde estou. Esse ainda não é final, é só o primeiro degrau da escadaria que tenho que subir. Mas comemorarei cada degrau, cada vitória como se fosse o topo conquistado, pois cada desafio é uma montanha a ser escalada.

Agora, é preparar as cosias para mudança. Já estou procurando lugar para ficar, morar na verdade. Achei que estava certo na casa de um sobrinho da amiga da minha mãe, mas parece que não estão tão certas assim. Então vou ter que começar minha busca sozinho. Se algum dos meus leitores inexistentes for de Poços, aceito sugestões. 

Vou ficando por aqui. Ah, mais uma coisa para completar minha semana feliz:
CORINTHIANS 2 X 0 VASCO.
VAI CORINTHIANS....!!! RUMO AO PENTA.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Tira o pé do meu jogo


Essa época de Copa do Mundo até que é legal, não tem nada melhor que assistir futebol o dia todo e 24h de mesas redondas, isso é demais. Além das mesas redondas que a gente é convidado, mas não pode ir porque os caras escolhem justo o horário do jogo para fazer. Pode deixar, no final da Copa eu apareço lá na rádio para fazer alguns comentário.
Mas agora vou falar para vocês o que realmente mata nessa época: semana de prova. Não é fácil, justo na Copa os caras resolvem fazer a semana de provas oficiais na faculdade. O pior não é isso, para quem achou que estava indo bem, ficar de exame na matéria que você mais domina sem saber porquê é inexplicável.
Finalmente consigo encontrar um curso da qual tenho orgulho e prazer de frequentar, algo que quero levar a sério e tentar me formar como um bom profissional, mas sempre tem um desafio, é já imaginava que não iria ser tão fácil assim. Mas vamos lá professores, é Copa do Mundo, tira o pé do meu jogo caramba. Para que ficar empacando o esquema.
Tentem imaginar a matéria que eu fiquei de exame, vou dar uma dica: olhem em volta desse texto, o lugar onde estão lendo esse texto, a imaginação que criou esse texto! É isso mesmo, eu estou de exame em COMUNICAÇÃO ON LINE. Pessoal, tentem raciocinar comigo, tem gente na sala que mal sabe ligar um computador, escrever então eu nem quero comentar. O cara reprova um aluno que cria sites por diversão. Nada contra meu professor, ele até que é gente boa, mas essa atitude é desconexa. Pode até parecer arrogância e prepotência eu achar que mereceria passar com o cara, mas não teve motivos para eu ficar de ano. Isso vai dar muito pano pra manga ainda.
Ta certo que nesse semestre não fui o todo certinho. Sei que faltei com muitas coisas. Mas o que consegui fazer o melhor que pude, eu fiz. Fiz coisas muito boas e outras deixaram a desejar. Talvez nas provas, por exemplo, poderia ter ido muito melhor do que fui. Mas acho que é por causa do resfriado. É isso mesmo, acabei ficando com dor de garganta e o resto que ficamos quando estamos meio resfriados.
Mas não foi só isso. Ainda teve FILOSOFIA. Sabia que nunca poderia confiar em um padre. Aposto que sabe que eu sou ateu, é isso mesmo, o jornalista aqui é ateu. E o maldito deve ter me deixado só por isso. Ele quase roubou meu pendriver, tive que pedir se não ia ficar pra ele mesmo. O filho da mãe ainda teve coragem de criticar o nosso trabalho, mesmo depois de ter adorado os vídeos e pedido meu pendriver emprestado para levar pra copiar. Tem coisa que não dá para acreditar mesmo. Mas deixa esse quieto também, como um bom padre ele vai queimar no inferno como todos. Ou não, se levarmos em conta que prefiro o céu pelo clima, mas o inferno pela companhia.
Chega disso vai. O importante é que estamos em época de Copa do Mundo, vou me matar de assistir futebol, além dos Seriados que baixei, vou me esbaldar nas férias. Vou aproveitar para deixar uma dica aqui para vocês; um documentário que se chama “Todos os corações do mundo”, sobre a Copa de 94 nos Estados Unidos. Show de bola, vale a pena assistir. Para ver todo o documentário, basta ir clicando nos "videos ralacionados" acompanhado a sequência.